Patrícia Portela SOBRE O CEM






Biografia



Nasceu no dia 16 de Março.

Acabou o curso de realização Plástica do Espectáculo em 1995, fez a tropa em teatros "à séria" e passou pelo Teatro Nacional num estágio como aderecista (mas pirei-me).

A verdadeira escola foram os teatros independentes como o Teatro da Garagem, O Olho e o projecto Teatral onde trabalhou como figurinista com muito amor à camisola.

Em paralelo descobriu o movimento e a dança em horário pós-laboral. Foi o CEM desde 91 com Sofia Neuparth, Amélia Bentes, Peter Michael Dietz, Mónica Lapa, Emmanuelle Huyhn, Fernando Crespo, John Mowat, entre outros.

Os dois caminhos paralelos atravessaram-se finalmente na Holanda, entre duas linhas de comboio para muito longe e uma pradaria cheia de vacas com uma torre no meio. Foi no European Scenography Center de Utrecht onde frequentou o MA of Arts in Scenography e descobriu a paixão pela dramaturgia do espaço e por cozinhas portáteis.

Desde então escreve para cafés, mercados, escadarias e livrarias entre outros cantinhos onde possa montar o estaminé.

Dessas periPeças destaca "one spoke, one smoked, one died" com Jos Roddman e Henriette Benzacken em 97 (que também pariu um livro "Se não bigo, não digo") e o trabalho com o grupo O Resto em "Operação Cardume Rosa" no mercado da Ribeira em 1998 e "T5" no Panteão Nacional em 1999.

A sua incursão pelo cinema é timida e desajeitada de onde destaca os décors e figurinos na curta-metragem "A Testemunha" de Fátima Ribeiro e a cenografia em "Cacilheiros" de Pedro Sena Nunes.
Encontra-se de momento a investigar a vida, obra e recados de Acácio Nobre para uma peça entre um baú e um bolso.


Percurso   Visão   
Staff

Pensadores e Criadores
Search CEM:


Home  Contacte-nos